Histórias de Arquibaldo

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Arquibaldo significa sagrado, nobre, ousado.

Cezar Batista, de uma forma bem humorada, conta es­tórias que são causos do cotidiano, inspirado em persona­gens reais e fictícios.

Ele faz uma linda homenagem à cidade de Ribeirão Preto com um humor muito fino e delicado. Fazemos um grande tour no seu texto. Começamos na Única, café co­nhecido nacionalmente onde amigos se encontram todos os dias para papear. “Rogério bebia um café na Única, um café no centro de Ribeirão Preto e já estava para sair quando uma mão segura sem força um dos seus braços…”

O assunto do dia é a nova ortografia, sendo que muitos nem sabem escrever. Faz uma crítica ao pouco hábito da leitura. E observa a linguagem daqueles que não tiveram oportunidade à educação e comenta problemas nacionais, mas também fala de amor, insegurança, sexo e religiosida­de. Seu texto passeia pelos shoppings, pelo Pinguim, pelo Morro de São Bento e por todos os lugares bonitos e pito­rescos que esta cidade do sol nos proporciona. Ele termina o seu texto preocupado com a educação e relembra o Cônego Barros, escola tradicional desta cidade, escreve com muita paixão e com muita saudade, nomeando seus professores inesquecíveis: “…o esforço dos interessados foi grande para aprender a ler, a escrever e a se desenvolver. Lembro–me do quanto as minhas primeiras e queridas professoras dona

Maria, dona Dalva, dona Aurora e dona Eponina insistiam pacientemente para que aprendêssemos …”

Fala de colegas e amigos que já partiram como a linda Carmem que foi brutalmente assassinada e nesta época di­rigia com muito pulso a E.E. Otoniel Mota. Convido-os a embarcar neste tour de alegria, mas com muita realidade.

Bom divertimento e boa leitura.

 

Heloisa Martins Alves

Professora Secundária, Coordenadora de Projetos Culturais